Uhuhu!!! Férias!

 

 

     Voltamos! Semana de descanso e alegria pra gente e para as crias... Ai gente, confesso, estou empolgada de escrever esse post! Amo viagem, sempre acompanhei nos blogs e sites as dicas para viajar, e, depois da chegada dos piticos, as dicas para viajar com crianças!!!
     Amo planejar viagens, quase tanto quanto viajar... Parece exagero, mas é verdade! Ainda mais quando o destino é longe e a viagem é extensa! Para algumas viagens que já fizemos, cheguei a passar meses montando roteiros e programando o que fazer, onde ir, onde comer! E isso ajuda muito as viagens serem BEM aproveitadas! Vivo dizendo que, quando aposentar, um dos meus passatempos será montar roteiros pros amigos pros lugares que já tiver visitado! Ótima desculpa para viajar bastante até lá né?!
     Bom, mas por enquanto, desde quando nos tornamos pais, as viagens tem sido ótimas, mas para lugares mais próximos mesmo!
     Ah não... Vou tentar não ficar repetindo aqui dicas que todo mundo já deve ter lido em outros lugares... Embora também não tenha pretensão de ser original: em questões de maternidade, será que existe isso?! Tenho duvidado cada vez mais!... Enfim, a ideia é só compartilhar umas coisas que funcionaram bem, outras que nem tanto durante essas nossas férias! Quem sabe ajuda né?! Se não ajudar, já vale a felicidade minha por aqui!
     Destino: Porto de Galinhas, PE, Brasil!
     Viagem: Vôo: Uberlândia – BH – Recife (Ônibus) – Porto de Galinhas
     No aeroporto, algumas coisas contribuíram para a nossa praticidade e mobilidade. Levamos apenas uma mala para marido e eu, e outra para as crianças e foi mais do que o suficiente! Levamos apenas uma mochila como bagagem de mão, com roupas extras para os meninos, lanchinho, documentos e máquina fotográfica. Nada de bolsa de bebê, nem nada do tipo. Tudo bem prático para carregar, especialmente em vôos com escala e crianças que não andam nem rápido, nem longas distâncias!
     No percurso da viagem de ida tudo era novidade, e ainda tinha a tv e revista do avião e alguns livrinhos que levamos de casa, na bagagem de mão, o que manteve os meninos entretidos. Além disso, o horário do vôo, 5h50 da manhã, ajudou bastante! Antes de sairmos, acordamos as crianças, demos um lanchinho e trocarmos de roupa neles, por volta das 4h. Eles não dormiram de novo até Belo Horizonte. Assim, no vôo mais longo (de mais de duas horas até Recife), foi tranquilo: filha mais velha vendo desenho e pitico dormindo! Não há nada que dê mais sossego em viagem do que criança dormindo, né?! Além disso, só por garantia, levamos a filha mais velha de fralda... mas claro que ela quis estrear o banheiro do avião.  Af...!
       O hotel que ficamos eu recomendo demais! Na beira da praia... Nada como poder ir para a praia e voltar para a piscina, para o quarto, ou para as áreas comuns do hotel na hora do sol mais forte. A praia, quase privativa do hotel, tranquila do tipo que não tem perigo de perder as crianças no meio da galera; com cadeiras e guarda sol disponíveis; brinquedos do hotel para as crianças brincarem na areia; mangueira para lavar as crias quando elas decidiam comer ou passar areia no olho... O mar “do hotel”, quentinho e com parte rasa e ondas fracas o suficiente para brincar na beiradinha! 
       A equipe do hotel de animação para crianças também era demais! Gente, nunca achei que isso fosse tão bom! Mesmo a minha pequena tendo só 3 anos, ela super se divertiu com as tias e tios da animação: no hotel, na piscina, na praia do hotel! Equipe atenciosa, cuidadosa, nota 1000! Das 8 da matina às 10 da noite! Claro, por ter só 3 anos, ela não participou de tudo, mas deu pra cansar!... E mais legal que isso, fazer amigos, muitos amigos!
     Além disso, facilidades como o berço (desmontável, mas tinha!) e a banheira; e o amplo espaço do quarto, com varanda e rede, ajudaram bastante.
      A única coisa que poderia melhorar é o cardápio do hotel para durante o dia (a noite tinha buffet). Meus filhos são saudáveis demais... É, tem hora que chego a achar isso quase ruim... Minha filha de 3 anos recusa batatinha frita, podem acreditar! Não comem fritura, nem bobagens... E o que é que a gente tem na praia pra comer? ... Pois é! Mas mesmo no hotel, apesar de ter Menu Kids, não tinha salada, legumes, nem feijão...  O jeito foi ir até um mercadinho, comprar pãozinho, queijo, suco e frutas, muitas frutas. Esse foi o cardápio principal dos meninos durante a viagem, entre uma ou outra colherada de arroz com tomate e um pedacinho de carne... (Se tem uma coisa que me estressa é menino sem comer!).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

      Em relação a bagagem acho que tem 3 coisas legais que costumo levar que são menos tradicionais, mas que ajudam muito! 
     A primeira delas é Talco!  Li essa dica num blog por aí e funciona! Pra quê? Tirar areia de menino, sem usar água (que às vezes faz mais é grudar mais areia do que limpar)! Tinha ganhado um talco quando a Helena nasceu e a serventia dele foi sempre essa: no parquinho ou na praia, quando não queremos molhar o menino, passamos talco e superdesgruda a areia! Uma beleza!
     A segunda coisa é detergente e escova para lavar utensílios dos meninos. Para facilitar, o detergente eu levo em um potinho que comprei daqueles do tipo de por shampoo. Apesar de ter isso disponível na Copa Kids do hotel, costumo sempre carregar por dois motivos. Sou chata e não uso escovinha ou bucha dos outros para lavar as coisas dos meninos.  Além disso, caso seja necessário lavar um copinho para colocar leite, muito cedo, ou muito tarde, não é necessário ir até a Copa Kids, dá pra fazer isso no quarto mesmo, especialmente quando tem uma pia fora do banheiro! 
      A terceira coisa é tesourinha para cortar unha. Impressionante como, em uma semana, duas crianças se transformam em dois lobinhos! Já deixei de levar em outras viagens e acabei tendo que comprar! 
      Ah, esqueci de uma coisa fundamental: nosso carrinho de bebê! O melhor dele: serve para os dois, pitico dentro e menina crescida atrás, de carona! Nada melhor que isso para passear sem ter que carregar menino no colo!
      Em relação ao destino da viagem, Porto de Galinhas é mesmo lindo! Já conhecíamos lá, mas tem muito tempo que fomos. Achei tranquilo o transfer do aeroporto de Recife até lá, de ônibus, que já estava incluído no nosso pacote de viagem. Dá uns 50 minutinhos de viagem!
     
A vilazinha mesmo, onde tem lojinhas, mercadinhos e barzinhos, ficava a 3 km do nosso hotel. Dava para ir a pé, se não estivéssemos com suas crianças pequenas. Nós pegamos um taxi nos dois dias que fomos para lá. Essa questão de transporte é uma coisa a ser considerada por lá! Os taxis ou não tem taxímetro ou não usam. Tem valores combinados para levar para cada lugar. Por esse trajeto de 3 km por exemplo, os taxis cobram R$ 15,00. Descobri Vans que faziam o trajeto cobrando R$ 2,50 por pessoa, mas como estávamos com duas crianças e um carrinho, decidimos, dessa vez, (rss...) não “pão-durar”!!! 
 A praia da vila é linda. Mar tipo piscina, com jangadinhas para levar a gente até os corais na hora da maré baixa; ver, alimentar e nadar com os peixinhos. Mar transparente, quente e raso! Para crianças pequenas é perfeito. 
     
Há outros passeios que havia pesquisado, e que tivemos notícias por outros hóspedes do hotel que fizeram e acharam legais. Não são passeios baratos: em geral feitos em buggy, é cobrado por pessoa um valor razoável. Os dois principais para crianças são Praia de Carneiros e Muro Alto. Acabamos por não fazer nenhum dois por um motivo: os passeios em geral duram 3 horas, e a melhor hora da maré (para nadar com os peixes e formar as piscinas naturais) era por volta de uma hora da tarde. Com duas crianças tão pequenas, e um sol tão quente, achamos que era melhor termos um ótimo motivo para voltarmos por aquelas bandas daqui uns anos!
     Acabamos combinando com um taxi um tour para Recife-Olinda em um dos dias. Achei que valeu a pena! Primeiro fomos à Recife. Passamos pela praia de Boa Viagem; visitamos o centro antigo; o Marco Zero; a antiga Casa de Detenção que virou Casa da Cultura, com lojinhas de artesanato; e a Casa dos bonecos do carnaval. Esse, com certeza, o local que os meninos mais gostaram.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

           Almoçamos em um restaurante na beira da orla de Olinda, recomendado pelo taxista, mas que era bom e com preço razoável; e fomos visitar a parte alta e o elevador panorâmico. A vista lá de cima é linda... e estar de carro nessas horas com duas crianças facilita bastante! Depois fomos para a parte que foi a mais legal do passeio e que, em geral, os taxistas não fazem, e os passeios não divulgam, porque fica mais longe em Recife. Eu já tinha pesquisado antes, e combinei de incluir no trajeto o Instituto Ricardo Brennand. É lindo e os meninos, especialmente a nossa pitica adorou. O lugar é um castelo, do tipo que não perde para muitos dos que já conhecemos fora do país. Lá há obras de arte reunidas em coleções de Pintura, brasileira e estrangeira, Armaria, Tapeçaria, Artes Decorativas, Escultura e Mobiliário. O núcleo de Armaria, que originou a Coleção Ricardo Brennand, é considerada hoje, uma das maiores coleções do mundo, com cerca de 3.000 peças, fabricadas na Inglaterra, França, Itália, Alemanha, Espanha, Suécia, Turquia, Índia e Japão. Há esculturas lindíssimas... E, além disso, os jardins são muito bonitos! Vale demais a visita!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

       A viagem de volta foi um pouco menos tranquila. Saímos do hotel na hora do almoço, e o nosso pitico gastou todo seu sono antes de chegar ao aeroporto. A tv do avião estava sem funcionar, e os meninos com a corda toda, não quiseram nem saber dos livrinhos, da revista, nem de coisa nenhuma... um verdadeiro tormento durante mais de 2 horas. Agora já sei que preciso providenciar um item surpresa para volta de viagem!
       Mas nessa parte, duas coisas valeram: a primeira delas, termos deixado para despachar o carrinho apenas na hora do embarque, o que nos permitiu passear bastante no aeroporto antes do vôo. E outra foi ter colocado uma calça jeans no pitico para voltar: ele fez um cocô daqueles megapower no vôo, e graças a calça jeans, o resultado da porcaria não foi compartilhado, nem com a minha roupa, nem com a do marido! A escala em BH foi suficiente apenas para dar um jeito na sujeira e acabar a viajem!
         Bom, é isso! Todos aproveitamos bastante!... Baterias recarregadas para voltar ao trabalho! 

 

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